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    Quanto custa um site na Madeira

    O preço de um site na Madeira é decidido por quatro coisas: quantas páginas e que conteúdo tem, se a fotografia e o vídeo são produzidos de propósito ou vêm de banco de imagens, se é um projeto fechado ou um acompanhamento, e se há investimento em anúncios por cima. A produção própria é, de longe, a variável com mais peso: dois sites com o mesmo número de páginas podem ter preços muito diferentes só por causa dela.

    Este artigo não tem tabela. Tem os critérios que usamos para fechar uma proposta, para que chegues a qualquer conversa com uma agência a saber o que perguntar e o que comparar.

    Por Diogo Gomes · FundadorPublicado a Atualizado a 9 min de leitura

    As quatro variáveis que decidem o preço

    Qualquer orçamento sério para um site parte destas quatro decisões. Quando uma delas fica por esclarecer, é aí que aparecem as surpresas a meio do projeto.

    Âmbito

    O âmbito é a lista do que o site tem de fazer. Não é só o número de páginas: é o que cada página tem de aguentar. Um catálogo de produtos, um motor de reservas, formulários com várias etapas, uma área reservada para clientes ou versões em várias línguas acrescentam trabalho de estrutura, de texto e de testes.

    As decisões que mais mexem no valor são concretas. Cinco páginas contra vinte e cinco. Um menu em PDF contra um menu em página própria, que o Google lê e que se atualiza sem reenviar ficheiros. Uma língua contra três, sabendo que cada língua nova é texto novo, revisão nova e páginas novas para manter.

    Na Madeira, a questão das línguas pesa mais do que no continente. Um alojamento ou uma empresa de tours vende sobretudo a quem não lê português, e um site só em português deixa de fora a maior parte do público. É uma decisão que convém tomar logo no início, porque acrescentar línguas depois obriga a rever a estrutura toda.

    Produção

    É a variável com mais peso, e a que mais confusão gera nos orçamentos. Fotografia e vídeo feitos no local significam tempo de equipa, deslocação, equipamento e pós-produção. Um dia de rodagem pode pesar mais do que todo o resto do site.

    A diferença prática vê-se no primeiro ecrã. Um site com fotografia de banco de imagens mostra uma sala bonita que podia ser em qualquer sítio. Um site com fotografia feita de propósito mostra a sala daquele restaurante, a vista daquele quarto, a cara de quem atende. O visitante não sabe dizer porquê, mas percebe a diferença.

    No turismo e na restauração da Madeira, a primeira opção paga-se a si mesma. Quem escolhe onde jantar ou onde ficar decide pelas imagens, e compara-as com as que encontra nas plataformas de reserva e nas avaliações. Se as fotografias do site forem mais fracas do que as tiradas pelos clientes, o site perde a comparação.

    Nem todos os negócios precisam de rodagem. Uma oficina ou um consultório podem começar com o material que já têm e produzir mais tarde. O que interessa é que esta decisão seja tomada às claras, e não escondida dentro de um valor fechado.

    Duração

    Um site pode ser um projeto pontual, entregue e fechado, ou um acompanhamento com âmbito fixo por mês: atualizações, novas páginas, revisão de desempenho, ajustes de texto. Os dois modelos têm preços diferentes porque resolvem problemas diferentes.

    O que pouca gente conta é a fatura do longo prazo. Um site que não acaba no dia da entrega, que vai sendo corrigido, atualizado e medido, é mais barato de manter do que um site abandonado que tem de ser refeito dois anos depois. Refazer significa voltar a pagar estrutura, design, texto e migração, e muitas vezes perder posições no Google pelo caminho.

    Não há resposta certa para toda a gente. Há a resposta certa para o ritmo de cada negócio.

    Investimento em media

    Esta variável não é do site, mas aparece quase sempre na mesma conversa. Quando um site é feito para receber tráfego pago, há duas contas distintas: os honorários de quem cria e gere as campanhas, e o orçamento de anúncios, que é pago diretamente pelo cliente às plataformas, como a Meta ou a Google.

    É a confusão mais comum. Um orçamento que mistura as duas coisas impede de perceber quanto vai para os anúncios e quanto fica na agência. No trabalho da nossa agência de marketing digital no Funchal, as duas contas estão sempre separadas, por escrito.

    Três projetos, três âmbitos diferentes

    Três sites do nosso portefólio, descritos pelo que tiveram de fazer e não pelo que custaram.

    EBoard Madeira

    Uma empresa de tours que precisava de explicar a experiência e receber pedidos de reserva. Definimos a estrutura de páginas, escrevemos o conteúdo a pensar em quem não conhece a ilha nem lê português, e construímos o site com o pedido de reserva sempre visível. Cada tour responde ao que é, quanto tempo dura, o que inclui e para quem serve. Ver o caso EBoard Madeira.

    Site da EBoard Madeira feito pela Digitais, com a página de um tour e o pedido de reserva visível

    Platinium Club

    Um clube de fitness com dois problemas: informação que muda, como horários, modalidades e inscrição, e muita comunicação nas redes. O âmbito juntou um site organizado em torno das perguntas que se repetem, com horários em texto editável pela equipa, e um sistema de templates gráficos para anunciar aulas e eventos sem perder a linha visual. Ver o caso Platinium Club.

    Site do Platinium Club feito pela Digitais, com horários e modalidades do clube

    Massage by João Sousa

    Um terapeuta que precisava de apresentar os serviços, esclarecer preços e tornar a marcação direta. O âmbito foi um site simples de consultar, com a informação essencial antes da primeira sessão e um caminho claro até à reserva. Ver o caso João Sousa.

    Site Massage by João Sousa feito pela Digitais, com serviços e marcação direta

    Três negócios, três escalas. Nenhum teria ficado mais bem servido com um pacote igual aos outros dois. É por isso que a nossa criação de sites começa sempre pelo âmbito, e só depois pelo design.

    O que encarece um site sem lhe acrescentar valor

    Há custos que aparecem em muitos orçamentos e que não trazem um único contacto a mais.

    Animações que atrasam o carregamento.

    Parecem modernas na apresentação e custam visitas no telemóvel, onde a ligação nem sempre ajuda.

    Páginas feitas para o Google e não para pessoas.

    Dezenas de páginas quase iguais, cada uma com o nome de uma freguesia, que ninguém lê e que o Google aprendeu a ignorar.

    Fotografia de banco que o visitante já viu.

    A mesma piscina, o mesmo prato, o mesmo aperto de mão noutro site da mesma pesquisa.

    Funcionalidades que ninguém usa.

    Chat, área de cliente, newsletter, tudo pago e montado, sem ninguém do lado do negócio para lhes dar resposta.

    Refazer o site de dois em dois anos.

    Quase sempre por falta de manutenção, e não por o site ter ficado velho.

    O que está sempre incluído

    Há coisas que nunca entram como extra num site nosso, seja qual for o âmbito:

    1. Estrutura que o Google lê: títulos e descrições por página, endereços limpos, sitemap e robots.
    2. Versão para telemóvel, construída primeiro e testada em vários tamanhos e navegadores.
    3. Imagens otimizadas, para o site abrir depressa mesmo com rede fraca.
    4. Dados estruturados, para o Google perceber quem é o negócio, onde fica e o que faz.
    5. Ligação segura por HTTPS.
    6. Formação para a equipa editar textos, imagens e páginas simples sem depender de nós.

    O detalhe de cada etapa está na página de criação de sites no Funchal.

    Porque não publicamos uma tabela de preços

    É a pergunta que trouxe muita gente até aqui, por isso merece resposta direta. Cada trabalho é diferente, e um número fora de contexto faz mais mal do que bem: afasta quem tinha orçamento para o que precisa, porque assusta, e atrai quem não tem, porque promete o que não cabe.

    Preferimos outro caminho. Uma conversa de vinte minutos, gratuita, para perceber o que o negócio precisa. Depois, uma proposta por escrito com âmbito fechado, o que entra e o que fica de fora, e um preço que se mantém até ao fim do projeto. O processo inteiro está explicado na página de como funciona.

    Se a dúvida for mais larga do que o site, escrevemos também sobre quanto custa uma agência de marketing digital na Madeira.

    Perguntas frequentes

    Uma landing page fica normalmente pronta em uma a duas semanas. Um site institucional de cinco a oito páginas leva duas a quatro semanas. Uma loja online demora mais, porque depende do catálogo e dos métodos de pagamento. O que mais atrasa costuma ser a aprovação e o envio de conteúdos.

    Menos do que parece. Ajuda ter o logótipo, o acesso ao domínio se já existir, e uma ideia clara do que queres que o visitante faça: ligar, reservar ou pedir orçamento. Os textos escrevemos nós, e revemo-los contigo.

    Sim. Entregamos o site com uma sessão de formação e deixamos a estrutura preparada para editar textos, imagens e páginas simples sem nos chamar.

    Depende do setor e da qualidade do que já existe. Em restauração, alojamento e turismo, fotografia feita de propósito costuma fazer uma diferença visível. Noutros casos, o material existente chega para começar e a produção pode vir mais tarde.

    Os endereços antigos que têm visitas ou ligações são redirecionados para as páginas novas correspondentes, para não se perder o que já foi conquistado. No lançamento configuramos a Search Console, que mostra se alguma página ficou de fora.

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    Continua

    Se estás a pensar num site novo, ou em refazer o que tens, o passo seguinte é uma conversa. A conversa é grátis, dura 20 minutos e no fim sabes que âmbito faz sentido para o teu negócio, antes de qualquer proposta. Marca a conversa de 20 minutos.

    Vamos ao teu caso concreto