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    Quanto custa uma agência de marketing digital na Madeira

    Resposta curta: na Madeira, trabalhar com uma agência começa nos 500 euros. A gestão de redes sociais começa nos 350 euros por mês e um vídeo promocional começa nos 299 euros. A partir daí, o preço depende de quatro coisas concretas, e este artigo explica quais são.

    Toda a gente pergunta e quase ninguém responde. Procura-se agência de marketing Funchal e o que aparece são páginas cheias de palavras bonitas e um formulário no fim. Nós também não publicamos tabelas de preços, por uma razão que já a seguir explicamos, mas publicamos os pontos de partida. Quem está a decidir tem direito a saber se está no jogo antes de gastar meia hora numa reunião.

    Por Diogo Gomes · CEO & FounderPublicado a Atualizado a 7 min de leitura

    Os três pontos de partida

    Projeto pontual, a partir de 500 euros.

    Uma identidade visual, um site de uma página, um pacote de conteúdos para um lançamento. Trabalho com princípio, meio e fim, entregue e fechado.

    Redes sociais, a partir de 350 euros por mês.

    Estratégia editorial, produção, publicação e relatório. Este valor assume conteúdo produzido a partir de material existente ou de uma rodagem mensal curta.

    Vídeo promocional, a partir de 299 euros.

    Uma peça, rodada no espaço do cliente ou em localização próxima, com edição e entrega nos formatos de cada canal.

    Estes são pisos, não médias. Uma clínica com três especialidades, um restaurante com duas casas ou um operador turístico com época alta e baixa não cabem no piso, e é honesto dizê-lo à partida.

    Porque é que quase ninguém publica preços

    Porque o mesmo pedido pode custar três vezes mais consoante o que está por baixo. Preciso de um vídeo pode ser meia manhã com um telemóvel bem usado ou dois dias com equipa, autorizações e figuração. Quem publica uma tabela fechada está a garantir que vai desiludir metade dos clientes ou a cobrar a mais a outra metade. O que faz sentido publicar é o piso e as variáveis, e as variáveis são sempre as mesmas quatro.

    O que faz mexer o preço

    Âmbito.

    Quantas peças, quantos canais, quantas páginas. Dez posts por mês não custam o dobro de cinco, custam menos do dobro, porque a preparação é a mesma. Mas duas marcas custam mesmo o dobro.

    Produção.

    É aqui que está a maior diferença entre orçamentos que parecem iguais. Há trabalho que se faz com o que o cliente já tem e há trabalho que obriga a deslocação, equipa, equipamento e pós-produção. Na Madeira acrescenta-se um fator que ninguém põe no papel: o tempo perdido em estrada e a meteorologia, que manda mais do que o calendário.

    Duração.

    Um projeto pontual e uma avença não se comparam. Na avença há continuidade, há histórico, há aprendizagem sobre o que funciona naquele negócio. Sai mais barato por peça e vale mais por resultado.

    Investimento em publicidade.

    Isto não são honorários. O que se paga ao Google ou a Meta vai direto para a plataforma e deve aparecer separado na proposta. Se uma proposta junta as duas coisas num número só, peça para separar. Sem isso não há forma de saber quanto está a pagar por trabalho e quanto está a pagar por alcance.

    O erro mais caro: comparar propostas que não são comparáveis

    Três propostas, três valores diferentes, e a escolha acaba por ser pelo número mais baixo. Quase sempre é a mais cara no fim, porque o que estava a menos aparece depois como extra. Antes de assinar, estas sete perguntas resolvem a maior parte das surpresas.

    1. Quantas peças, de que tipo, e quantas rodagens por mês estão incluídas.
    2. Quem produz, a equipa da agência ou alguém subcontratado que não conhece o negócio.
    3. Os ficheiros originais ficam com quem, no fim.
    4. O investimento em anúncios está separado dos honorários.
    5. Que relatório recebo, com que frequência, e mostra contactos ou só gostos.
    6. Qual é o prazo de fidelização e o que acontece se quiser sair.
    7. Quem responde quando há um problema numa sexta à tarde.

    Quanto investir em anúncios, se for esse o caminho

    Para um negócio local na Madeira, uma campanha de pesquisa abaixo de dez euros por dia não chega para aprender seja o que for. Os algoritmos de licitação precisam de conversões suficientes por mês para sair do escuro, e com orçamentos muito pequenos ficam presos. Trezentos euros por mês em média é o ponto onde os dados começam a ser dados e não ruído. Abaixo disso, mais vale concentrar o esforço no perfil do Google, nas avaliações e no conteúdo, que não tem custo por clique.

    Perguntas frequentes

    Vale quando há algo a vender todas as semanas e quando o telefone tem de tocar. Não vale para quem só precisa de uma identidade visual bem feita e depois vai andar sozinho durante um ano. Nesse caso, projeto pontual.

    Publicidade paga mostra sinal em dias. Conteúdo orgânico e pesquisa levam meses. Quem prometer o contrário está a vender, não a explicar.

    Sim, em regime remoto, com exceção do que exige rodagem presencial. Para vídeo e fotografia, o custo de deslocação entra na proposta.

    Não. Mais vale um canal bem tratado do que quatro abandonados. A escolha depende de onde estão os clientes daquele negócio, não da moda.

    Uma conversa de vinte minutos, sem compromisso, para perceber o âmbito. A proposta com preço fechado chega em dois a três dias úteis.

    Se chegou até aqui, já sabe mais sobre preços de agência do que a maioria das páginas do setor deixa saber. O passo seguinte é simples: diga-nos o que quer resolver e devolvemos um número fechado.

    Vamos ao teu caso concreto