Quanto custa uma agência de marketing digital na Madeira
Resposta curta: na Madeira, trabalhar com uma agência começa nos 500 euros. A gestão de redes sociais começa nos 350 euros por mês e um vídeo promocional começa nos 299 euros. A partir daí, o preço depende de quatro coisas concretas, e este artigo explica quais são.
Toda a gente pergunta e quase ninguém responde. Procura-se agência de marketing Funchal e o que aparece são páginas cheias de palavras bonitas e um formulário no fim. Nós também não publicamos tabelas de preços, por uma razão que já a seguir explicamos, mas publicamos os pontos de partida. Quem está a decidir tem direito a saber se está no jogo antes de gastar meia hora numa reunião.
Os três pontos de partida
Projeto pontual, a partir de 500 euros.
Uma identidade visual, um site de uma página, um pacote de conteúdos para um lançamento. Trabalho com princípio, meio e fim, entregue e fechado.
Redes sociais, a partir de 350 euros por mês.
Estratégia editorial, produção, publicação e relatório. Este valor assume conteúdo produzido a partir de material existente ou de uma rodagem mensal curta.
Vídeo promocional, a partir de 299 euros.
Uma peça, rodada no espaço do cliente ou em localização próxima, com edição e entrega nos formatos de cada canal.
Estes são pisos, não médias. Uma clínica com três especialidades, um restaurante com duas casas ou um operador turístico com época alta e baixa não cabem no piso, e é honesto dizê-lo à partida.
Porque é que quase ninguém publica preços
Porque o mesmo pedido pode custar três vezes mais consoante o que está por baixo. Preciso de um vídeo pode ser meia manhã com um telemóvel bem usado ou dois dias com equipa, autorizações e figuração. Quem publica uma tabela fechada está a garantir que vai desiludir metade dos clientes ou a cobrar a mais a outra metade. O que faz sentido publicar é o piso e as variáveis, e as variáveis são sempre as mesmas quatro.
O que faz mexer o preço
Âmbito.
Quantas peças, quantos canais, quantas páginas. Dez posts por mês não custam o dobro de cinco, custam menos do dobro, porque a preparação é a mesma. Mas duas marcas custam mesmo o dobro.
Produção.
É aqui que está a maior diferença entre orçamentos que parecem iguais. Há trabalho que se faz com o que o cliente já tem e há trabalho que obriga a deslocação, equipa, equipamento e pós-produção. Na Madeira acrescenta-se um fator que ninguém põe no papel: o tempo perdido em estrada e a meteorologia, que manda mais do que o calendário.
Duração.
Um projeto pontual e uma avença não se comparam. Na avença há continuidade, há histórico, há aprendizagem sobre o que funciona naquele negócio. Sai mais barato por peça e vale mais por resultado.
Investimento em publicidade.
Isto não são honorários. O que se paga ao Google ou a Meta vai direto para a plataforma e deve aparecer separado na proposta. Se uma proposta junta as duas coisas num número só, peça para separar. Sem isso não há forma de saber quanto está a pagar por trabalho e quanto está a pagar por alcance.
O erro mais caro: comparar propostas que não são comparáveis
Três propostas, três valores diferentes, e a escolha acaba por ser pelo número mais baixo. Quase sempre é a mais cara no fim, porque o que estava a menos aparece depois como extra. Antes de assinar, estas sete perguntas resolvem a maior parte das surpresas.
- Quantas peças, de que tipo, e quantas rodagens por mês estão incluídas.
- Quem produz, a equipa da agência ou alguém subcontratado que não conhece o negócio.
- Os ficheiros originais ficam com quem, no fim.
- O investimento em anúncios está separado dos honorários.
- Que relatório recebo, com que frequência, e mostra contactos ou só gostos.
- Qual é o prazo de fidelização e o que acontece se quiser sair.
- Quem responde quando há um problema numa sexta à tarde.
Quanto investir em anúncios, se for esse o caminho
Para um negócio local na Madeira, uma campanha de pesquisa abaixo de dez euros por dia não chega para aprender seja o que for. Os algoritmos de licitação precisam de conversões suficientes por mês para sair do escuro, e com orçamentos muito pequenos ficam presos. Trezentos euros por mês em média é o ponto onde os dados começam a ser dados e não ruído. Abaixo disso, mais vale concentrar o esforço no perfil do Google, nas avaliações e no conteúdo, que não tem custo por clique.
Perguntas frequentes
Vale quando há algo a vender todas as semanas e quando o telefone tem de tocar. Não vale para quem só precisa de uma identidade visual bem feita e depois vai andar sozinho durante um ano. Nesse caso, projeto pontual.
Publicidade paga mostra sinal em dias. Conteúdo orgânico e pesquisa levam meses. Quem prometer o contrário está a vender, não a explicar.
Sim, em regime remoto, com exceção do que exige rodagem presencial. Para vídeo e fotografia, o custo de deslocação entra na proposta.
Não. Mais vale um canal bem tratado do que quatro abandonados. A escolha depende de onde estão os clientes daquele negócio, não da moda.
Uma conversa de vinte minutos, sem compromisso, para perceber o âmbito. A proposta com preço fechado chega em dois a três dias úteis.
Se chegou até aqui, já sabe mais sobre preços de agência do que a maioria das páginas do setor deixa saber. O passo seguinte é simples: diga-nos o que quer resolver e devolvemos um número fechado.
