Quanto custa uma agência de marketing digital na Madeira
Resposta curta: o preço de uma agência na Madeira depende de quatro coisas concretas: o âmbito, a produção, a duração e o investimento em publicidade. Na Digitais não há tabela de preços: o orçamento é fechado e por escrito, depois do check de presença grátis ou de uma conversa de 20 minutos. Este artigo explica as quatro variáveis e o que perguntar antes de assinar.
Toda a gente pergunta e quase ninguém responde. Procura-se agência de marketing Funchal e o que aparece são páginas cheias de palavras bonitas e um formulário no fim. Nós também não publicamos tabelas de preços, e já a seguir explicamos porquê, mas explicamos o que faz variar o valor. Quem está a decidir tem direito a perceber isto antes de gastar meia hora numa reunião.
Os três tipos de trabalho
Projeto pontual.
Uma identidade visual, um site de uma página, um pacote de conteúdos para um lançamento. Trabalho com princípio, meio e fim, entregue e fechado.
Redes sociais, todos os meses.
Estratégia editorial, produção, publicação e relatório, a partir de material existente ou de uma rodagem mensal curta.
Vídeo promocional.
Uma peça, rodada no espaço do cliente ou em localização próxima, com edição e entrega nos formatos de cada canal.
Quase tudo o que uma agência faz cabe num destes três formatos. Uma clínica com três especialidades, um restaurante com duas casas ou um operador turístico com época alta e baixa pedem combinações diferentes, e é honesto dizê-lo à partida.
Porque é que quase ninguém publica preços
Porque o mesmo pedido pode custar três vezes mais consoante o que está por baixo. Preciso de um vídeo pode ser meia manhã com um telemóvel bem usado ou dois dias com equipa, autorizações e figuração. Quem publica uma tabela fechada está a garantir que vai desiludir metade dos clientes ou a cobrar a mais a outra metade. O que faz sentido explicar são as variáveis, e são sempre as mesmas quatro.
O que faz mexer o preço
Âmbito.
Quantas peças, quantos canais, quantas páginas. Dez posts por mês não custam o dobro de cinco, custam menos do dobro, porque a preparação é a mesma. Mas duas marcas custam mesmo o dobro.
Produção.
É aqui que está a maior diferença entre orçamentos que parecem iguais. Há trabalho que se faz com o que o cliente já tem e há trabalho que obriga a deslocação, equipa, equipamento e pós-produção. Na Madeira acrescenta-se um fator que ninguém põe no papel: o tempo perdido em estrada e a meteorologia, que manda mais do que o calendário.
Duração.
Um projeto pontual e uma avença não se comparam. Na avença há continuidade, há histórico, há aprendizagem sobre o que funciona naquele negócio. Sai mais barato por peça e vale mais por resultado.
Investimento em publicidade.
Isto não são honorários. O que se paga ao Google ou a Meta vai direto para a plataforma e deve aparecer separado na proposta. Se uma proposta junta as duas coisas num número só, pede para separar. Sem isso não há forma de saber quanto estás a pagar por trabalho e quanto estás a pagar por alcance.
O erro mais caro: comparar propostas que não são comparáveis
Três propostas, três valores diferentes, e a escolha acaba por ser pelo número mais baixo. Quase sempre é a mais cara no fim, porque o que estava a menos aparece depois como extra. Antes de assinar, estas sete perguntas resolvem a maior parte das surpresas.
- Quantas peças, de que tipo, e quantas rodagens por mês estão incluídas.
- Quem produz, a equipa da agência ou alguém subcontratado que não conhece o negócio.
- Os ficheiros originais ficam com quem, no fim.
- O investimento em anúncios está separado dos honorários.
- Que relatório recebo, com que frequência, e mostra contactos ou só gostos.
- Qual é o prazo de fidelização e o que acontece se quiser sair.
- Quem responde quando há um problema numa sexta à tarde.
Quanto investir em anúncios, se for esse o caminho
Para um negócio local na Madeira, uma campanha de pesquisa abaixo de dez euros por dia não chega para aprender seja o que for. Os algoritmos de licitação precisam de conversões suficientes por mês para sair do escuro, e com orçamentos muito pequenos ficam presos. Trezentos euros por mês em média é o ponto onde os dados começam a ser dados e não ruído. Abaixo disso, mais vale concentrar o esforço no perfil do Google, nas avaliações e no conteúdo, que não tem custo por clique.
Perguntas frequentes
Vale quando há algo a vender todas as semanas e quando o telefone tem de tocar. Não vale para quem só precisa de uma identidade visual bem feita e depois vai andar sozinho durante um ano. Nesse caso, projeto pontual.
Publicidade paga mostra sinal em dias. Conteúdo orgânico e pesquisa levam meses. Quem prometer o contrário está a vender, não a explicar.
Sim, em regime remoto, com exceção do que exige rodagem presencial. Para vídeo e fotografia, o custo de deslocação entra na proposta.
Não. Mais vale um canal bem tratado do que quatro abandonados. A escolha depende de onde estão os clientes daquele negócio, não da moda.
Uma conversa de vinte minutos, sem compromisso, para perceber o âmbito. A proposta com preço fechado chega em dois a três dias úteis.
Se chegaste até aqui, já sabes mais sobre preços de agência do que a maioria das páginas do setor deixa saber. O passo seguinte é simples: diz-me o que queres resolver e devolvo um número fechado.
